TEA
Transtorno do Espectro Autista
Psicologia para pessoas com o transtorno do espectro Autista e seus familiares
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Palestrante sobre Autismo
Autismo tem Tratamento
Segundo dados mais recentes, nos EUA existe uma prevalência entre crianças de 8 anos, 1 em cada 44 crianças com Autismo, na proporção de um maior número de meninos, 4 vezes maior que meninas. A pesquisa foi feita em crianças de 8 anos. Não existem dados estatísticos confiáveis para Autistas adultos, porém acredita-se que o aumento é em função de uma maior ocorrência dos diagnósticos.
O Autismo não faz distinção de classe social ou etnia. O diagnóstico impacta e transforma significativamente o indivíduo e a família. É uma transformação na rotina. Se cuidar para cuidar do outro é essencial. A idealização de filho é modificada pelo diagnóstico.
Segundo DSM-5-Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais- o Autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por dificuldades de interação social, comunicação e comportamentos restritos e repetitivos.
O espectro é variado e existem vários níveis, nível 1, nível 2 e nível 3.
Tenho muita experiência com crianças, adolescentes e adultos com o transtorno do espectro do autismo (TEA).
Meu trabalho em psicologia para pacientes com TEA e seus familiares vem de encontro à aceitação do diagnóstico, ressignificação, acolho a angústia familiar, dou uma retaguarda, na reorganização da rotina familiar, orientação do tratamento do Autista, manejo do Autista, integração entre escola, casa e o tratamento nos diversos espaços, inclusão. A inclusão é em todos os espaços, seja na escola, família e sociedade.
É portanto essencial o trabalho de orientação para pais e familiares de pacientes Autistas.
Orientamos sobre o transtorno do Autismo, como se lidar com dificuldades e caminhos a seguir. O Autista é muito empático e sensível, portanto se o ambiente está OK, familiares e tudo mais, a tendência é a pessoa com o transtorno melhorar. A psicoterapia para quem cuida da pessoa com Autismo faz parte do meu trabalho e do tratamento. Conforme o ambiente externo melhora, mãe e filho, cuidador e autista, são aceitos socialmente e aceitam o diagnóstico, o tratamento desse transtorno, hoje sem cura, e o diagnóstico é precoce, maiores chances da pessoa diagnosticada se incluir socialmente, aprender e se desenvolver, e sua família ter sua vida mais saudável, dando o apoio e o respaldo necessários ao diagnosticado, que varia segundo o espectro e o nível do autismo.
O diagnóstico de Autismo não é o fim de uma história, mas o recomeço de muitas possibilidades que se abrem. Pode significar união da família e uma intensificação do amor pelo filho.
Patrícia Lucchesi
Psicóloga experiente em TEA
CRP 06/108747
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